Inteligência emocional na escola: entenda como deve ser trabalhada!

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O impacto do livro Inteligência Emocional, lançado há quase três décadas, é sentido até hoje no cenário educacional. Seus ensinamentos transformaram a rotina de empresas dos mais diferentes segmentos e portes.

Neste post, falaremos sobre como educadores, diretores e gestores podem aplicar a inteligência emocional na escola de maneira efetiva. Será possível entender, também, a importância da contratação de facilitadores de aprendizagem. Boa leitura!

Como trabalhar a inteligência emocional nesse ambiente?

Preparamos algumas dicas importantes para conseguir aplicar a inteligência emocional na escola de maneira adequada. Elas servem não somente para os professores, mas também para os diversos profissionais de uma instituição de ensino.

Incentive a comunicação das emoções

Como vimos, a inteligência emocional tem muito a ver com a comunicação de emoções e sentimentos. Assim, o educador deve ser capaz de externalizar o que está dentro de si, resolvendo os conflitos internos em vez de ignorá-los.

Esse comportamento também deve ser incentivado em relação aos estudantes. Os educadores devem estimulá-los a falar sobre suas emoções, tanto as positivas como as negativas. Assim, é importante mostrar que há um espaço seguro para que possam falar sem medo.

Dessa maneira, eles conseguem expressar sobre o que estão vivendo em seu dia a dia. É natural, por exemplo, que criemos uma aversão a emoções que julgamos negativas. Contudo, é fundamental que os estudantes compreendam que elas fazem parte da vida de todo mundo.

Esse tipo de interação é ainda mais importante quando falamos de crianças, que possuem uma dificuldade maior de lidar com as emoções. É preciso deixar claro, desde cedo, que elas não precisam ignorar essas sensações — mas conversar sobre e lidar com elas.

É importante mencionar, também, que os educadores e gestores de uma instituição de ensino não devem apenas repassar essas dicas, mas também adotar esse comportamento na própria conduta profissional. Para isso, é uma ótima ideia contar com facilitadores de aprendizagem, sobre os quais falaremos com mais detalhes adiante.

Permita que os estudantes se expressem

Alguns estudantes tendem a mostrar mais interesse para os números; outros, para a arte. Além disso, existem aqueles que pendem para os esportes. Saber identificar essas preferências e incentivá-los a se expressarem por meio delas é fundamental para trabalhar as emoções.

Isso porque essas atividades são grandes facilitadoras da expressão dos sentimentos e ainda servem como uma janela para o mundo. Elas oferecem um nível de interação imprescindível para que os estudantes se descubram como indivíduos e desenvolvam relações interpessoais.

Além disso, fazer parte de um grupo com pessoas com os mesmos interesses ajuda a solidificar habilidades comunicativas dentro de um ambiente coletivo. Isso é muito importante para o desenvolvimento de empatia.

Com a contratação de profissionais dedicados a facilitar a aprendizagem, será possível disseminar esses valores entre o próprio corpo docente e os líderes da instituição. Assim, os colaboradores assimilarão essas ideias de forma mais precisa e conseguirão repassar aos estudantes de maneira mais natural.

Trabalhe a resiliência como um meio de combater frustrações

A resiliência é a capacidade de enfrentar diretamente os problemas, além de adaptar-se a mudanças, contornar os obstáculos e resistir à pressão em cenários adversos. As decepções da vida e a capacidade de superá-las são peças fundamentais para se tornar um ser humano resiliente.

O educador deve dar todo o apoio possível para os estudantes, mas não deve enfrentar as batalhas no lugar deles. O profissional deve esclarecer que percalços ocorrem e que nem sempre obtemos o que planejamos. Contudo, isso não inviabiliza totalmente os objetivos.

Atividades coletivas, como a prática de esportes, são excelentes meios para embutir a resiliência nos estudantes. Isso porque proporcionam vivência coletiva e ensinam a superação de obstáculos. Além disso, os próprios gestores da instituição podem organizar essas atividades com o corpo de profissionais, trabalhando esses valores internamente.

Estimule a empatia

Como dissemos, a empatia é muito importante para a inteligência emocional. Trata-se da habilidade de compreender os problemas do outro e se colocar em seu lugar. Um dos primeiros desafios para os educadores é evitar que os estudantes se tornem autocentrados.

Para estimular a empatia, é ideal que o profissional proponha uma troca de experiências entre os estudantes. Assim, uma ótima ideia é promover dinâmicas de grupo, dedicadas a reuni-los e incentivá-los a falar um pouco de si mesmos.

Quando os estudantes começam a ouvir sobre experiências diferentes, adquirem um conhecimento mais profundo do mundo. Ao serem apresentados para realidades diferentes, tiram o foco de si mesmos e passam a se interessar mais pelos colegas.

O mais interessante é que os próprios profissionais da escola podem desenvolver a empatia entre os colaboradores. Isso ocorre quando os líderes passam a ouvir os problemas e repassar feedbacks, por exemplo. Para fazer isso da maneira mais adequada, é muito importante contar com facilitadores de aprendizagem.

Como lidar com os estudantes durante períodos de quarentena?

O primeiro trimestre de 2020 trouxe uma notícia bastante desagradável: a disseminação do coronavírus, que causou internações e falecimentos em todo o mundo. Isso fez com que muitas atividades, tanto profissionais como escolares, fossem alocadas para serem realizadas remotamente ou até mesmo canceladas por um período indeterminado.

Por mais que os estudantes, principalmente os mais jovens, possam estar protegidos dentro de casa, é importante notar que eles também podem ficar assustados com as notícias. A inteligência emocional é fundamental nesse momento de incerteza.

Durante este tempo de quarentena, os pais podem observar uma montanha russa de diferentes reações por parte dos filhos, como acessos de raiva e ansiedade, por exemplo. Com o confinamento generalizado, tornou-se ainda mais necessário aprender a lidar com estas questões.

Nem tudo precisa ser recheado de receio, no entanto: para transmitir bem-estar às crianças, é uma ótima ideia apostar em passatempos coletivos, como jogos de tabuleiros, séries em família e até mesmo colocar em dia aquela matéria que nunca entrou bem na cabeça do filho.

Desse modo, os próprios pais (e professores on-line, se for o caso) estarão exercendo um dos principais componentes da inteligência emocional: a empatia. Se preocupar com o bem-estar dos filhos é uma preocupação que influenciará a própria conduta das crianças.

Ah! E vale lembrar sobre a empatia que precisamos ter também com adultos educadores, pois estes não estão isentos de também sofrerem de uma certa ansiedade neste período, entre outros sentimentos danosos a si ou a quem está por perto. Todos precisam de um bom par de ouvidos, escuta ativa

Qual é a importância de contar com um facilitador de aprendizagem?

Para introduzir a inteligência emocional na escola de forma produtiva, é essencial contar com uma empresa que ofereça facilitação de aprendizagem no contexto escolar. Dessa forma, será possível resgatar a essência do aprendizado, tanto para educadores como para estudantes.

A Electi acompanha a sua escola por até dois anos, apoiando a instituição a superar os desafios atuais do cenário educacional. Nosso principal objetivo é formar líderes que sejam eles mesmos facilitadores da aprendizagem ativa e socioemocional.

Nossa abordagem equilibra sensibilidade e práticas próprias, gerando resultados percebidos pelos nossos parceiros. Para desenvolver a inteligência emocional na escola, nada melhor do que contar com profissionais com anos de experiência prática na educação.

Gostou do artigo e se interessou pela possibilidade de contratar uma rede dedicada à facilitação da aprendizagem? Então, entre em contato conosco para conhecer melhor o nosso trabalho!

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